Onde o papel assume o protagonismo absoluto. Esta categoria é um exercício de investigação sobre a tridimensionalidade da celulose, transformando a superfície plana em uma estrutura de volume e movimento. Através de uma composição técnica de sobreposições, recortes e dobraduras, exploramos as finas camadas do papel de algodão para criar novas formas que desafiam o olhar. Montadas exclusivamente em moldura caixa, estas obras utilizam o vazio e a profundidade como elementos de composição. É uma brincadeira rítmica de luz e sombra, onde cada corte e cada ângulo é planejado para dar corpo à leveza. Aqui, a matéria-prima é o silêncio do branco e a precisão do gesto, resultando em peças que respiram e se transformam conforme o ângulo de quem as observa. Todas as peças são emolduradas de acordo com a discrição!